Potosi, Bolivia

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Potosí
A região de Potosí está localizada a sudoeste da República da Bolívia, faz fronteira ao norte com as regiões de Oruro e Cochabamba, ao sul com a República da Argentina, a leste pelos departamentos de Chuquisaca e Tarija e a oeste pela República do Chile. A cidade com o mesmo nome, fica na encosta da Cordilheira Oriental dos Andes, com uma altura de 4000 metros sendo uma das mais altas do mundo.

Toda esta região é caraterizada pela presença de géiseres, fumarolas, lama vulcânica, águas termais e depósitos de enxofre. A paisagem da montanha Ocidental é temperada pela presença de lagos e vales entre as montanhas.

Esta região foi o pólo de extração de nada menos que a metade da prata comercializada no mundo (entre 1581 e 1600, auge da produção local, foram cerca de 3,5 mil toneladas de prata de alta qualidade) e, reza a lenda, até as suas ruas estavam cobertas com o nobre metal. O Velho Continente, proprietário e consumidor de tal riqueza, exultava, e enviava àquelas áridas paragens do altiplano andino um grande contingente de pessoas em busca da quase certa e ilimitada fortuna.
Turismo
Há muita cultura a ser partilhada com quem vier visitar a região de Potosí. A sua população é na maioria bem humilde, em geral, pessoas com baixo nível de escolaridade e de baixos rendimentos. A população boliviana tem a face marcada geralmente por traços de ascendência indígena, com pele morena e cabelos e olhos escuros.

A cidade Potosí é conhecida pelo seu vasto património arquitetónico. A Catedral Gótica, a Casa da Moeda ou a Universidade Tomás Frias são bons exemplos desse património.

O ritual, organizado por agências turísticas e hotéis locais, fascina: o primeiro passo é ir aos mercados aos pés do Cerro Rico, já na zona periférica de Potosi, é comprar alguns "presentes" aos mineiros como sacos cheios de folha de coca, Ceibo (uma bebida com 96% de grau alcoólico) e dinamite, pois este explosivo é vendido livremente, extremanete barato, nas ruas da cidade.

O segundo passo é a vestimenta: o turista veste umas calças de sarja, uma jaqueta encardida e um capacete equipado com lanterna, tal e qual um mineiro (mais que uma fato tradicional, o kit garantirá a integridade física do visitante dentro da montanha). E, como terceiro passo, entra na mina.
Comunicações e eletricidade
Telefones celulares/Telemóveis: A rede telefónica móvel não cobre todo o país. As tecnologias utilizadas na Bolívia são D-AMPS, GSM, GPRS, EDGE.

Operadores móveis: Entel, Tigo, NuevaTel PCS.

Internet: Muitos hotéis têm ligações à Internet gratuitas ou pagas. Apenas nas grandes cidades existem cafés de Internet.

Eletricidade: A corrente elétrica é de 115/230 volts, 50 Hz.

Tomadas eléctricas: As tomadas elétricas na Bolívia são de tipos A e C. As tomadas do tipo A são semelhantes aos utilizadas nos Estados Unidos da América, enquanto que os de tipo C são os mesmos que a europeia.
Clima
O clima é frio na região Potosi, com exceção do vale situado entre as montanhas onde o clima é temperado.

Devido à sua altitude, Potosi é frio na maior parte do ano. Temperaturas médias de 55 F (13ºC) durante o verão (dezembro a março) caindo abaixo de zero durante o inverno (junho a agosto). A chuva frequentemente transforma-se em granizo ou neve. Nos restantes 6 meses do ano as temperaturas médias são cerca de 40ºF (5ºC).

Uma das partes mais frias da Bolívia é o Salar de Uyuni, onde no inverno as temperaturas descem até -30 graus abaixo de zero. O planalto de San Luis é caraterizado por baixos índices pluviométricos.
Moeda
O boliviano
Língua oficial
A principal língua falada é o espanhol, embora o aimará e o quíchua também sejam comuns. Além delas, outras 34 línguas indígenas são oficiais.
Documentação necessária
Documentos

Passaporte é exigido por todos os viajantes, exceto os seguintes:

Viajantes com bilhete de identidade nacional emitido pela Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai.
Viajantes com um "Passe Diplomático" emitido pela Organização das Nações Unidas.
Viajantes com documentos emitidos aos refugiados e pessoas sem nacionalidade ou cidadania.

Os Passaportes ou documentos alternativos, devem ser válidos no mínimo por 1 ano, no momento da chegada.

Visto

Emitidos pelos Consulados da Bolívia (ou secção consular das Embaixadas)
Requisitos para aplicação:
Uma foto tamanho da do passaporte.
Formulário de inscrição preenchido.
Passaporte com validade de pelo menos 1 ano.
Taxa a pagar em dinheiro ou cheque.
Bilhete de avião de regresso e itinerário de viagem como prova de viagens.
Certificado de vacinação contra a febre-amarela pode ser necessária.
Para Visa de Estadias Específicas, que não turismo, uma carta de apresentação da empresa ou instituição relevante como prova de intenções de negócios e as datas da viagem.
Cópia da confirmação de reservas de hotel. Se ficar com amigos ou família, uma carta de convite do anfitrião, na Bolívia, pode ser usada em vez de reserva do hotel. A carta deve ser dirigida à Embaixada da Bolívia, e deve indicar a relação com o requerente, as datas da visita, bem como o endereço e o número de telefone onde vai ficar.

Tempo necessário para a emissão de vistos
1 a 2 dias para os nacionais que necessitem vistos turísticos sem autorização especial.
Aproximadamente 6 semanas para todos os outros cidadãos que necessitam de visto de turista e autorização especial do Ministério das Relações Exteriores da Bolívia.

Vistos devem ser requeridos por todos, desde que viajem para fins turísticos, exceto:
Nacionais dos países mencionados acima.
Nacionais de Antígua e Barbuda, Argentina, Austrália, Áustria, Bahamas, Bélgica, Brasil, Canadá, Chile, Colômbia, Costa Rica, Dinamarca, Equador, Finlândia, França, Alemanha, Grécia, Islândia, Israel, Itália, Japão, Luxemburgo, Mónaco , Nova Zelândia, Antilhas Holandesas, Países Baixos, Noruega, Panamá, Paraguai, Peru, Filipinas, Polónia, Portugal, Espanha, Santa Lúcia, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, África do Sul, Suécia, Suíça, Turquia, Reino Unido , Estados Unidos da América, Uruguai, Vaticano;
Passageiros em trânsito (exceto os nacionais de China) que continuam a sua viagem pelo mesmo ou primeiro avião dentro de 24 horas desde que possuindo válida documentação de ida ou de volta e não saírem do aeroporto.

Nota:
Todos os cidadãos que viajam a negócios precisam de um visto de Propósito Específico.
Os nacionais que não necessitam de visto de Turista geralmente são autorizados a permanecer por um período de 30-90 dias, verificar nos Consulados da Bolívia (ou secção consular das Embaixadas).
Além de um visto, os cidadãos de muitos países também precisam de autorização especial; verificar nos Consulados da Bolívia (ou secção consular das Embaixadas).
Cuidados de saúde
Na Bolívia os serviços dos hospitais públicos são bastante pobres, enquanto os hospitais privados possuem boas instalações.

Antes de sair recomenda-se contratar um seguro de saúde e de viagem para cobrir eventuais despesas médicas.

Nenhuma vacina é obrigatória. Uma vacinação contra a febre-amarela e a profilaxia de malária é recomendada para aqueles, que pretendem viajar para a Amazónia ou na zona tropical a leste do país.
Comunicação e Eletricidade
Telefones celulares/Telemóveis: A rede telefónica móvel não cobre todo o país. As tecnologias utilizadas na Bolívia são D-AMPS, GSM, GPRS, EDGE.

Operadores móveis: Entel, Tigo, NuevaTel PCS.

Internet: Muitos hotéis têm ligações à Internet gratuitas ou pagas. Apenas nas grandes cidades existem cafés de Internet.

Eletricidade: A corrente elétrica é de 115/230 volts, 50 Hz.

Tomadas elétricas: As tomadas elétricas na Bolívia são de tipos A e C. As tomadas do tipo A são semelhantes aos utilizadas nos Estados Unidos da América, enquanto que os de tipo C são os mesmos que a europeia.
Gastronomia
Na gastronomia da região destaca-se a Cazuela que é uma sopa feita com amendoim, servido com batatas, carne e peixe com arroz ou macarrão; a Aji de Pataskha feito com casca de milho canjica, temperada com pimenta e servido com carne de porco, e Chambergos que são Donuts com farinha e decorado com açúcar em pó.

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